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quarta-feira, 14 de março de 2012

Fernando Florêncio recebe prêmio


O custodiense Fernando Florêncio foi laureado com um certificado LITTERARE EX CATHEDRA, prêmio  ALLe - Reconhecimento Literário, pela indicação a Academia Limeirense de Letras, do seu livro FOI ASSIM. A indicação foi feita por Francisco Alves, outro custodiense (radicado em Limeira-SP), membro da Câmara Brasileira de Cultura em São Paulo.  

quinta-feira, 1 de março de 2012

João Miro e o pintor artístico - por Francisco Alves


Eita que esse Zé Melo tem historia hein; creio que devêssemos dar-lhe o titulo de “O contador de historias", como diz Fernando Florêncio, não que não sejam verdades, é que a idade o faz ter vivido e trilhado por vários caminhos dos arredores de Custodia essa Cidade pujante. Eu mesmo sou testemunha viva deste desbravamento cultural de Zé Melo, só para recorda-lhe sou do tempo em que Você “Zé Melo” ensaiava uma banda musical com Dr. Seba, próximo à escola General Joaquim Inácio, olha que faz tempo e ele o tempo não perdoa, passa sem se quer frear pelo ou menos um pouquinho. 

Recordo-me também, que fui eu o Pintor artístico e publicitário (Letrista) por um período ai na prefeitura em tempos de João Miro, nesse tempo o Pintor era “Joãozinho pintor ou do gesso, pai de Marcos" que me viu escrevendo um letreiro na então escola "General" onde meu Pai, Seu Cícero "in memoriam" estava fazendo uma reforma, pois era o pedreiro na época, a diretora da escola naquela época, era Dona Linda, que por sinal foi quem me deu a primeira chance de (letrista), me incentivou muito e acabei sendo contratado pelo Prefeito João Miro, para pintar os nomes das escolas. 

Por indicação do próprio Joãozinho que era o letrista da época, e lá fiquei um bom tempo, até que um dia João Miro mandou me chamar e me perguntou: "Tu sois filho de Cícero né?", respondi que sim, - retrucou-o antes que eu terminasse, disse - "pois é te chamei aqui, porque tu tá ganhando mais do que o prefeito que sou eu, tu trabalha até bonzin, mas se continuar ganhando assim ou eu fecho a prefeitura ou tu toma conta dela"

Fiquei pasmo naquele momento sem saber o que dizer, pois eu ainda era muito jovem e não tinha o costume de falar com autoridades, principalmente O prefeito João Miro, que era muito direto. Fiquei a tremer igual vara verde; insistiu ele, creio que para quebrar o gelo daquela situação danou-se a ri com uma risada estranha, fiquei mais aturdido ainda, e ele me perguntou. 

-"e ai, tu vai baixar esse preço ou não? 

Não tive alternativa a não ser dizer que sim. Imaginem que naquela época o valor já era irrisório, e ele me pedia para baixar o preço era fazer de graça então. Mesmo assim resolvemos a pendência e continuei trabalhando por um bom tempo, era muito bom, era uma espécie de novidades pra mim, com aquela idade, “creio que eu era o melhor pintor da época”, pois só havia eu.(rs). 

O Joãozinho não queria mais o oficio de letrista tinha outras atividades e passou a me orientar sobre a nova profissão, espécie de Meu mestre. Olha que mordomia, o carro da prefeitura me levava pela manha para os sítios onde eu ia escrever os letreiros das escolas e a tarde ia buscar-me, só que era por empreitada, e João Miro já dizia:

-"se tu não terminar no dia o motorista vai te deixar lá". 

- Era uma loucura, claro que era uma brincadeira dele eu acho. Mesmo por que sempre terminei no prazo combinado, e eu era besta de não terminar. 

Por Francisco Alves – Limeira/SP 
Abraços a todos. 

domingo, 18 de dezembro de 2011

Livro de Poesias "Olhos de Poeta"




O livro de poesias Olhos de Poeta foi lançado no dia 19 de dezembro (2004) no Limeira Clube, em evento que reuniu nove poetas, autores da obra. Além do organizador, Francisco Alves da Silva, os participantes do livro também deram autógrafos após o recital de poesias que promoveram, acompanhados ao som do piano.

Estiveram presentes ao coquetel de lançamento cerca de 150 pessoas, entre amigos e familiares, contando também com a presença do prefeito eleito, Sílvio Félix, que também é escritor.

Os autores participantes da antologia, por ordem numérica de páginas, são: Elza Sophia Tank Moya, José Farid Zaine, Luiz Gonzaga da Silva Marcondes, Aciones Diniz, Francisco Alves da Silva (Org.), Jurandir Bernardes Pereira, João Augusto Cardoso, Rogério Benedito Silvério e Maria Eloísa Gonçalves de Oliveira Rossi.

O livro é composto por 120 páginas, sendo que a capa e a editoração são de Felipe Voigt. A obra foi prefaciada pelo jornalista Roberto Paulino de Araújo e a orelha teve nota do também jornalista Wagner Barbosa.

“Foi por essa razão que me embeveci lendo, devorando as composições literárias contidas no livro organizado por autores limeirenses cultos e inteligentes“, diz Roberto Paulino em seu prefácio.

Francisco Alves, o organizador da antologia, quis reunir alguns amigos para compor um livro de poesias repleto de diversidades literárias, considerando cada um deles com um estilo diferente, idéias e experiências de vida que, apesar de distintas, se encontram na poesia e na prosa.

Com o livro Olhos de Poeta, ressurgiu o sonho da tão almejada Academia de Letras de Limeira.

Link da Matéria na internet:

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Turistas de Sombras


por Francisco Alves da Silva

Senhor Deus!
Que perfume será que exala daquelas insuláveis flores não plantadas, será que tem o gosto e o sabor da insolvência humana?
Meu Deus!

Onde será que estão os olhos do mundo que já não enxergam esse bicho,
Nos detritos do lixo vagando.

Ora revirando montanhas… Ora tornando em disputas o resto da sombra, que já não sobra, pois a fome é tanta que se encantam e comem com olhos de felicidade e pronto!

Que situação meu Deus!
Pobres implorando ajuda… Pobres instalados nas ruas sem qualquer
Condição de vida humana.

Ora catando comida… Ora catando papel, que degradante!
Seres semelhantes humanos sensíveis como qualquer outro.
Apenas diferenciado pelo fardo carregando do que lhe é imposto à vida

Mas que vida! Que sina!
Vida essa dada, aos turistas de sombras.
Mas, que vida?

“Inspirado no documentário ilha das flores”

Do livro “Olhos de poetas”

domingo, 11 de dezembro de 2011

Acróstico para Osminda Carneiro


Olhos marcados pelo tempo…Reluzentes pela saudade doída. Não esquecida, adormecida apenas.
Sonhos ingratos que escaparam das mãos como grãos de areia fina. Soprados pelo vento traiçoeiro.
Mesclados de surpresas, levando apenas a certeza do querer amar a cada vez mais o amor.
Impulsiva era a paixão escondida no peito que não dominava as rédeas d’um coração ainda inocente.
Não descobrira os segredos do verdadeiro amor e morreu cedo. A ilusão que brotava do coração.
Dera sentido às palavras misturando-as com seus verbos de prosas. Apelantes ao mundo pérfido.
Andara por caminhos diversos construindo o seu próprio ninho, mas a cicatriz feita pelo o espinho do amor ainda continua A sangrar sem dó.


Extraido do livro “Olhos de Poeta“, em homenagem a essa grande mulher custodiense “Osminda Carneiro”. Publicado em 2004 por: Francisco Alves da Silva.

(*) Acróstico – Composição poética na qual o conjunto das letras iniciais (e por vezes as mediais ou finais) dos versos compõe verticalmente uma palavra ou frase.

Acróstico para Osminda Carneiro


Olhos marcados pelo tempo…Reluzentes pela saudade doída. Não esquecida, adormecida apenas.
Sonhos ingratos que escaparam das mãos como grãos de areia fina. Soprados pelo vento traiçoeiro.
Mesclados de surpresas, levando apenas a certeza do querer amar a cada vez mais o amor.
Impulsiva era a paixão escondida no peito que não dominava as rédeas d’um coração ainda inocente.
Não descobrira os segredos do verdadeiro amor e morreu cedo. A ilusão que brotava do coração.
Dera sentido às palavras misturando-as com seus verbos de prosas. Apelantes ao mundo pérfido.
Andara por caminhos diversos construindo o seu próprio ninho, mas a cicatriz feita pelo o espinho do amor ainda continua A sangrar sem dó.


Extraido do livro “Olhos de Poeta“, em homenagem a essa grande mulher custodiense “Osminda Carneiro”. Publicado em 2004 por: Francisco Alves da Silva.

(*) Acróstico – Composição poética na qual o conjunto das letras iniciais (e por vezes as mediais ou finais) dos versos compõe verticalmente uma palavra ou frase.

domingo, 18 de setembro de 2011

Biografia: Francisco Alves da Silva


Uma das caracaterísticas primordiais do Blog Custódia Terra Querida, é, além de resgatar a história, tradições, cultura e costumes da cidade, apresentar sempre que possível, aos demais custodienses espalhados por todo o Brasil e pelo mundo, a história de conterrâneos que se destacam fora de nossa cidade.

Hoje iremos apresentar um pouco mais sobre Francisco Alves da Silva, um custodiense que reside atualmente em Limeira-SP desde de 1980. Vários post já foram publicados sobre ele no Blog, neste em especial, passaremos a conhecer mais profundamente a trajetória desse ilustre custodiense, representante da Academia Limeirense de Letras.

FRANCISCO ALVES DA SILVA
Natural: Custódia PE.
Data de Nascimento: 20/DEZ/1960
Casado com: Maria Auxiliadora Moura da Silva.
Filhos: Kelvilyn Matheus Moura da Silva; Athina Alves Moura da Silva..

TRAJETORIA Chega à limeira em 14 de Janeiro de 1980, com seus genitores Cícero Alves da Silva e Maria José Alves juntamente com seus 05 irmãos, Flávio, Flavinaldo, Fábio, Fabiano e José Fernando. Inicia em 20 de janeiro de 1980 sua jornada de trabalho na área industrial de limeira, precisamente na indústria de máquina NEWTON MAZUTE, trabalhou como montador de máquinas, pintor, operador de máquinas. Porém em virtude da necessidade de juntar-se ao seu genitor, solicita sua demissão e passa a atuar no ramo da construção civil, atividade essa realizada na época por seu pai, Cícero Alves da Silva, assim executarão diversas obras importantes no município e fora dele (construção do condomínio residencial independência, conjunto habitacional Jd. Do Lago, Pq. Nossa Senhora das Dores I, Jd. Tangará na Cidade de São Carlos).

Em 1983 quando a saudade já era imensa, seus familiares retornaram à terra natal, mas o amor que lhe causara limeira e sua vontade de conquistar um novo espaço o impediu de partir com seus entes queridos. Sozinho inicia uma longa trajetória, através de um amigo (OLIVIO MACHADO) começa a trabalhar na industria de suco (CITRAL) como ajudante geral, pois tudo que haviam conquistado com tanta luta havia se perdido, e este fora o motivo pelo qual seus pais voltam à terra natal. Daí começa a surgir novas oportunidades novas atividades comerciais (mercearia) que lhe trouxe em pouco tempo uma nova dinâmica e o fez observar com maior atenção o sistema de “Segurança Pública”, ingressando em 1984 na guarda municipal de limeira, e os sonhos não param por ai, a cada dia aumentavam e em 1985 partes desses ideais foram realizados, ingressando nas fileiras da Polícia Militar do Estado de São Paulo, obtendo êxito na sua trilha pela corporação, após sua formatura prestou serviço na própria cidade Campinas Estado de São Paulo, onde fizera a escola de policia e depois solicitou sua transferência para a cidade de Piracicaba, onde prestou por um longo tempo seus serviços policiais, entretanto sua meta era voltar para limeira, cidade que havia adotado para viver e conquistar seus objetivos.

Após ser aprovado no concurso para cabo foi promovido em 1992 à graduação de Cabo PM, traz consigo, medalhas de 5º 4º e 3º grau as quais ostenta com muito orgulho, por bons serviços prestados a comunidade além de vários elogios. Essa caminhada pela Polícia Militar trouxe-lhe diversos admiradores, sendo indicado por unanimidade pelos Policiais a representá-los junto à sociedade frente á Associação dos Cabos e Soldados do Estado de São Paulo, que fora fundada em Limeira no dia 22/mar/1997, fundou e presidiu juntamente com seus amigos; João José de Souza; Valmir Duca; Osvaldo Moreira e Vilela. Uma caminhada coberta de realizações e sucesso, onde trouxe o amparo ás causas sociais e psicológicas aos policiais militares e seus familiares, numa região de 43 municípios.

Destacou-se como palestrante devido seu vasto conhecimento na área de entorpecentes. Tantas foram ás conquistas reconhecida pela sociedade limeirense que face a sua dedicação à causa pública e o combate efetivo as drogas e armas. Que no dia 20 de abril de 1995, foi indicado na ORDEM ACADÊMICA DOS INTELECTUAIS DO CONE SUL (Entidade de Âmbito Internacional), como MEMBRO TITULAR. Em 29 de junho de 2002, recebeu a CRUZ SOCIAL de reconhecimento e Cultural no grau de COMENDADOR. No período de 2001 a 2004 exerceu a função de Secretario de Segurança Publica no município de limeira, a convite do então prefeito da época Pedro Theodoro Khull seu amigo particular. De 2004 a 2005 assumiu a função de vereador.

No dia 24 de julho de 2002, recebeu o certificado de reconhecimento do projeto AFRO- CIDADANIA, intercâmbio cultural AFRICA/BRASIL Prêmio Nelson Mandela reconhecido pela ONU como o segundo melhor projeto latino-americano de pesquisa. Globalização, Interferência /Terapia de Desafeto, como o desafio do século, Símbolo da participação da Segurança Municipal da Constituição da ordem e cidadania. Em novembro de 2002 foi homenageado pela Câmara Brasileira de Cultura com o Grã-Colar “LIBERTADORES DA AMÉRICA”. O evento ocorreu no Memorial da América Latina, onde autoridades representantes do Governo Federal, Estadual, Ministério da Educação do Estado de São Paulo e o Prefeito de limeira, José Carlos Pejon, estiveram presentes, prestando também suas respectivas homenagens.

Em dezembro de 2003 foi homenageado na câmara municipal de limeira através do vereador Antoniel Carlos de Lima com o titulo: GRATIDÃO DA CIDADE LIMEIRA – ORDEM DE TATUIBY “MEDALHÃO” – MERITO CIVICO 15 DE SETEMBRO. Em 2004 recebe da câmara brasileira de cultura em São Paulo a outorga. A CRUZ DE RECONHECIMENTO SOCIAL E CULTURAL NO GRAU DE GRÃ-OFICIAL. Em 2005 recebe da Sociedade Brasileira de Filosofia de São Paulo. A cruz do mérito filosófico e cultural. No âmbito cultural, participou de várias Antologias de Poetas. Em 1990 registra a sua primeira obra na Biblioteca Nacional, o livro intitulado NA VIDA TUDO ACONTECE. Em 1992 participou da antologia VERSO E REVERSO.

Em 1995 escreveu a poesia intitulada A ESCOLA BRASIL, pelos seus 60 anos de existência, a qual fora escolhida e publicada no jornal a Gazeta do Brasil, ganhou também na mesma escola pela criação da paródia musical, Hei-Jud. de John Lenon, uma canção em alerta a AIDS. Que se comemora em 1º de Dezembro. Em 1997 registrou o livro SEM ALGEMAS o qual teve a participação de vários poetas militares, participação no III PRÊMIO CIDADÃO DE POESIA. Em 2000 registrou sua participação no livro BRASIL 500 ANOS, além de vários artigos inscritos em revistas e jornais de âmbito nacional.

No campo musical é autor de várias músicas gravada por intérpretes limeirenses, BANDA PÉ DE PASSAGEM, VALTINHO SANY, VILMAR E FABIANO. Desenvolveu varias campanhas em prol da comunidade limeirense, entre elas; ARMAS E DROGAS – RISQUE ESSA IDÉIA.

Formação Acadêmica

- Graduado em Direito – Faculdade de Letras em Araras SP (UNAR), no período de 01/02/2000 á 06/12/2005
- Formado em Psicanálise clinica pelo Instituto WCCA – SP

Curso de Especialização

- CEP-Munitor (Curso de Especialização Profissional) o que o habilita a ministrar aulas em cursos da Polícia Militar, Escolas de Soldados.
- (Curso de especialização em técnica de ensino) no CEFAP (PM) (1998);
- Curso de Instrutor PROERD – Programa de Educação e Resistência às Drogas e à Violência.
- Marketing pessoal em 2007 pela uni nove São Paulo
- Habilitação em jornalismo – Violência, Criminalidade e Prevenção – SENASP – 2008 a 2009
- Sistema e Gestão em Segurança Pública – SENASP – 2008 a 2009
- Uso da informação na Gestão de Segurança Pública – SENASP – 2008 a 2009 – EAD

Formação Profissional

- Inspetor de qualidade – SENAI – Limeira (1980)
- Escola de Formação da Guarda Municipal de Limeira (1984)
- Escola de Formação de Soldados da PMESP (1985)
- Curso de Formação de Cabos da PMESP (1992)

Trajetória de Carreira

Chegando a Limeira em 14 de Janeiro de1980, trabalhou como montador de máquinas, pintor, operador de máquinas na indústria NEWTON MAZUTI.

Em 1981 trabalhou no ramo da construção civil (construtor)
Em 1982 e 1983 Exerceu atividades no ramo comercial.
EM 1983 trabalhou na Citral (suco) atividade ajudante geral
Em 1984 Ingressou na Guarda Municipal de Limeira.
Em 1985 Ingressou na Policia Militar do Estado de São Paulo
Em 1992 foi aprovado no curso de Cabo da Policia Militar/SP.
Em 1997 Presidiu e fundou a associação dos cabos e soldados em limeira
Em 2001 Foi secretário de segurança Publica – Governo Pedro Khul
Em 2004 Exerceu atividades no poder legislativo – Vereador
Em 2005 Exerceu Atividades no poder executivo – Assessor técnico da secretaria de governo e desenvolvimento – Governo Silvio Félix.
Em 2007 Passa para Assessora técnica da secretaria de educação.

Comunicação em eventos com anais ou certificados

Congresso Nacional de Instrutores PROERD. – São Paulo – 2000
Congresso Nacional dos Guardas Municipais – Santo André -2001
Encontro sobre segurança publica – Judiai – 2001
Congresso nacional das guardas municipais – Goiana – 2002
Fórum de Segurança Publica – Limeira – 2002 Organizador
Congresso nacional de Segurança Publica – Brasília – 2003
Seminário Internacional da qualidade na educação – Limeira – 2006
Feira do livro (bienal do livro) desenvolvimento e organização do projeto – Nov2007
Seminário de vendas (Palestrante Alfredo Rocha) 2007
Vários projetos desenvolvidos em áreas sociais, culturais, e literárias.

Participação em obras literárias publicadas:

Verso e reverso
Sem algemas
Brasil 500 anos
Cidadão de poesia
Olhos de poetas Espelho d’água…etc.

Dados elaborados por: Antonio Carlos Hambruster / Isabel Leite Fernandes/ Eduardo Maguerbes.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Lançamento do Livro de Poesia Espelho D'agua



Aconteceu no dia 25 de Setembro de 2009 às 20h00 no salão de eventos KAZABELLA no Jardim Vista Alegre, em Limeira-SP, o lançamento do livro de poesia “Espelho d’água” do poeta custodiense, Francisco Alves da Silva. O qual já é autor de várias outras obras poéticas, além de ser musico e compositor.

Antes do lançamento do livro, houve um sarau Lítero musical, com a participação da violonista Simone Carvalho, e de poetas convidados. O livro Espelho d’água foi composto com 105 páginas, nas oficinas da Gráfica Azul. Entre as ilustrações em destaque, estão vários temas a serem refletidos dentro de uma leitura suave. A grande novidade do livro é o designer interior.

A proposta foi fugir realmente das regras convencionais, buscando a inovação de um contexto poético, sem agredir a suavidade das poesias. Foi assim pensado e elaborado pelo o artista plástico, Fernando Alves.

A diagramação ficou a cargo de Cinthia Nagasawa e Jessica Naomi, fotos de JB Anthero, Bruno Marin Quirino e Stock.XCHING.

Revisão: Eduardo Maguerbes e Prof. Jurandir Godoy Vitta.

A obra foi prefaciada pelo Psicanalista Rogério E. Noce.

Nesta obra, Francisco Alves se desnuda mostrando interessantes facetas de seu ser, mesmo no mundo de hoje onde os valores materiais são impostos às gerações como caminhos certos para a felicidade, o autor consegue falar em suaves poesias

Já o Prof. Nelson Leandro que assinou a orelha do livro Espelhos d’água, relata:

Quando me deparei com este livro, logo pensei, ai está o reflexo de tudo que fazemos pensamos e sentimos.”

Em depoimento, a Profª de Inglês Lisandra Fais disse:

Não deixe que qualquer pessoa lhe imponha a forma de fazer as coisas, mesmo porque cada caminho é sempre um caminho.”

Local: Rua José Antonio Massaro, 752
Jd – Barão de Limeira – (Vista Alegre)

O maior sentimento ainda é o amor”

LINK NA INTERNET: LIMEIRA JOVEM

Querendo adquirir o livro: livroespelhodagua@yahoo.com.br

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Custódia - A namoradinha



Como podemos esquecer algo que amamos tanto, se nos faz tão poeta e escritor. Bem este sentimento, apesar da saudade latente.

Usemos de momentos bons em nossa retina, mesmo que seja, Para enganar o desejo pelicano que rasga o peito.

Sem medo e sem dó. Saudade, palavra intra onde o remédio se faz a presença física do alivio tedioso do Corpo e da mente, que saudade plangente de uma Angustia vulcânica, dum pássaro ferido em pleno vôo.

Tantas vezes choramos calados, com a lágrima entalada na garganta seca, no peito Apertado e aberto que não sara nunca a cicatriz deixada, Pois com certeza é a marca duma saudade eterna.

Olha que a vida passa!… E agente só pensa em voltar aos braços de quem mais ama,
Do amor antigo, no extermino da Saudade pálida e doida.

Diariamente rezo… Rezo, para rever a antiga namorada, para q’ueu possa içar a Bandeira branca de minha paz de espírito Cansada D’um Tempo de espera sem fôlego.

Isto é meu castigo maior… Amar mesmo que seja na distancia a fio Desse desejo platônico que desemboca na solidão, Que Transcende ao tempo e crostifica-se no ser.

Amar!…Mas o que seria a vida sem as saudades…, O que seria a vida sem os amores…, O que seria da vida sem as lembranças para resgatarmos O Eu que Ainda existe em cada um de nós.

Homenagem ao dia 12 de Junho, Francisco Alves nos enviou esse acróstico para sua eterna namorada CUSTÓDIA.

 
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