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terça-feira, 10 de abril de 2012

FUNDARPE entrevista custodienses para Documentário Pernambuco na Memória


A equipe da FUNDARPE esteve em nosso município gravando entrevistas para serem usadas num projeto que o Governo do Estado está fazendo chamado PERNAMBUCO NA MEMÓRIA: conte aqui a sua história. Em algumas cidades foram usadas cabines, onde o entrevistado fala sozinho para uma câmera sobre um fato ou acontecimento que marcou a sua vida. Ou alguma coisa sobre você ou sua cidade que ficou na sua memória.

Tive o privilégio de ser um dos entrevistados em Custódia, falando sobre:  Blog Custódia Terra Querida, Encontro de Custodienses, momento que a cultura local se encontra após chegada do ator Humberto Guerra e o apoio dado pela Prefeitura Municipal e Secretaria de Educação as ações realizadas pela Casa das Juventudes entre outros assuntos.

Fico feliz em contribuir com o município no fortalecimento da nossa cultura e n o resgate de nossa história. Há muito o que ser feito ainda. Espero que ações como esta da Fundarpe, auxiliem cada vez mais no fortalecimento da nossa identidade local. Custódia atravessa um dos melhores momentos da sua história em termos culturais. 

Paulo Peterson


sábado, 7 de abril de 2012

O Cristo da Paixão II no Vídeo Show (TV Globo)


Agenda do programa Vídeo Show da TV Globo, exibido dia 06 de Abril, com o ator Thiago Mendonça falando sobre a peça O CRISTO DA PAIXÃO em Custódia-PE.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Custódia é exemplo de Gestão Fiscal em PE


Levantamento realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro(Firjan) mostra que apenas 8% dos municípios de Pernambuco são bons gestores financeiros e 38% apresentam dificuldades no trato com os reais do contribuinte. Através do IFGP (Índice Firjan de Gestal Fiscal), é avaliado a Gestão de Recursos Públicos e sua aplicação. Custódia é exemplo em Gestão do dinheiro público, é o primeiro colocado no Estado de Pernambuco. 

O indicador considera cinco quesitos: IFGF Receita Própria, referente à capacidade de arrecadação de cada município; IFGF Gasto com Pessoal, que representa quanto os municípios gastam com pagamento de pessoal, medindo o grau de rigidez do orçamento; IFGF Liquidez, responsável por verificar a relação entre o total de restos a pagar acumulados no ano e os ativos financeiros disponíveis para cobri-los no exercício seguinte; IFGF Investimentos, que acompanha o total de investimentos em relação à receita líquida, e, por último, o IFGF Custo da Dívida, que avalia o comprometimento do orçamento com o pagamento de juros e amortizações de empréstimos contraídos em exercícios anteriores.



Os quatro primeiros têm peso de 22,5% sobre o resultado final. O IFGF Custo da Dívida, por sua vez, tem peso de 10%, por conta do baixo grau de endividamento dos municípios brasileiros. 

O índice varia entre 0 e 1, quanto maior, melhor é a gestão fiscal do município. Cada município é classificado com conceitos A (Gestão de Excelência, acima de 0,8001 pontos), B (Boa Gestão, entre 0,6001 e 0,8), C (Gestão em Dificuldade, entre 0,4001 e 0,6) ou D (Gestão Crítica, inferiores a 0,4 pontos).

Fonte: http://www.firjan.org.br/IFGF/


Diário de Pernambuco - Caderno Economia - 18/03/2012

Quem circula por Custódia, no Sertão de Pernambuco (a 340 quilômetros do Recife), percebe nas ruas uma movimentação intensa – pouco associada às cidades do interior, mas bastante comum nos municípios nordestinos por onde passam as obras da Transposição do Rio São Francisco e da Ferrovia Transnordestina. No vai e vem de caminhões e trabalhadores, do comércio intenso e das motocicletas – que tomam conta do trânsito do Sertão – uma cidade em obras aparece para os olhos mais observadores.

Hospital, postos de saúde, calçamento, instalações elétricas e de saneamento. “É obra com recurso próprio”, diz com um certo orgulho o diretor financeiro da Secretaria de Saúde, Wagner Moura, até pouco tempo secretário de Administração do município. 

Para quem até 2008 vivia praticamente dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), das verbas de emendas parlamentares e de recursos do governo do estado, o aumento da arrecadação do ISS (Imposto sobre Serviços) de cerca de R$ 1 milhão por mês para a casa dos R$ 4 milhões – após a instalação de dezenas de empresas atraídas pelos grandes empreendimentos – parece ser a explicação mais óbvia para os investimentos municipais em infraestrutura.

Mas não é bem assim, Custódia aparece entre os 500 primeiros colocados em todo o Brasil no Índice Firjan de Gestão Fiscal de 2010 (divulgado na semana passada) – criado para avaliar a administração e a aplicação dos recursos públicos pelas prefeituras brasileiras. O município saiu da 5.016ª colocação, em 2006, para a 228ª, em 2010, numa medição que inclui a avaliação de itens como receita própria, gastos com pessoal, investimentos, custo da dívida e liquidez.

Inquieto, no terceiro mandado de prefeito (o segundo seguido), Nemias Gonçalves Lima explica que decidiu administrar o município como quem gerencia um supermercado (atividade anterior à vida política). “Quando a gente chegou, as contas da prefeitura não fechavam, os salários estavam atrasados três meses e a gente não tinha como pegar recurso do governo federal porque o município não tinha nenhuma das 26 exigências do CAUC (Cadastro Único de Convênios)”, lembra.

Empenhado em organizar as finanças municipais e em não deixar passar a oportunidade das obras federais, Nemias passou dois anos para regularizar toda a documentação da prefeitura e contratou uma empresa para registrar as empresas instaladas na cidade. Tudo em busca da arrecadação do ISS e do IPTU.

Após oito anos, as contas municipais estão disponíveis na internet e as compras são feitas com pregão eletrônico – o que proporciona uma economia de até 30% nos gastos. Também realizou dois concursos públicos, pondo praticamente fim às contratações por indicação política, e criou a previdência social municipal, a Custoprev. Os gastos com o funcionalismo também são controlados à risca e representam 52% do orçamento municipal (abaixo do limite de 54% da Lei de Responsabilidade Fiscal).

Na lista o município de Arcoverde aparece com índice mediano de 0,5333 IFGF e Receita Própria de 0,5618.


Estar no centro de todo esse crescimento econômico e gerir os recursos advindos do desenvolvimento traz benefícios e novos problemas. Se o comércio comemora o aumento do consumo, a saúde pública e a educação têm de se adaptar a uma população maior, muitas vezes em trânsito, não considerada nas estatísticas do IBGE e por isso também ignorada nos repasses de dinheiro federal.

Com 33.855 habitantes, segundo o último Censo, Custódia chegou a ter 12 mil pessoas a mais morando na cidade no pico das obras dos lotes 10 e 11 da Transposição e da construção da Ferrovia Transnordestina. “O comércio se desenvolveu muito. Aumentou o número de estabelecimentos. Começou a chegar gente pedindo coisas que não tínhamos, exigindo também um atendimento que a gente não estava acostumado”, conta o presidente da Câmara do Dirigentes Lojistas (CDL) do município, Samuel Marinho.

Entre os problemas, a especulação imobiliária e a falta de infraestrutura para receber tanta gente. O gari Edivonaldo José de Siqueira, morador do Loteamento Brechió, um dos mais pobres de Custódia, tem exemplos nas duas esferas. Mudou-se há dois meses para uma casa própria, construída com a ajuda dos irmãos, onde ainda não chegou energia elétrica, nem água encanada. Gasta R$ 30 por semana para comprar a água que abastece a família – formada pela esposa, Marciana (grávida de quatro meses) e os filhos Vítor (8 anos) e Vitória (1 ano e 9 meses) – e R$ 350 por mês com a feira.

Os preços aumentaram e o aluguel também. Teve época que se você quisesse alugar uma casa, a pessoa perguntava logo se era da cidade ou de firma. Se fosse da cidade, o dono não queria alugar, porque sabia que conseguia ganhar mais com as firmas”, lembra ele, que com a mudança deixou de pagar aluguel de R$ 200.

O secretário de Administração, Ronaldo Elesbão, vai além na lista de questões que o crescimento rápido trouxe. “A diária de um pedreiro passou de R$ 40 para R$ 80. Aumentou em 20% o número de pessoas demandando a rede de saúde, tem mais casos de alcoolismo e de viciados em drogas. A gestão do lixo e o trânsito também são questões que precisam de atenção”, lista. (J.C.)

Fonte: Diário de Pernambuco

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Transposição do rio São Francisco movimenta economia


Muitos comerciantes estão aproveitando as obras de transposição das águas do rio São Francisco para ampliar os investimentos e ganhar mais dinheiro. Nas cidades do Sertão, o assunto é prosperidade. O mercado imobiliário segue firme, com a economia aquecida com a procura de imóveis e outros segmentos no local.

Matéria exibida na TV ASA BRANCA dia 11 de Fevereiro de 2012.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Rio S. Francisco bloqueia passagem de comunidades de Custódia




O trecho do lote 11 das obras bloqueou a estrada de mais de 200 anos que servia de acesso para a cidade. Segundo os moradores, a promessa inicial era de que aqui seria feito um túnel para não comprometer a passagem


Quando concluída, a transposição do rio vai beneficiar mais de 12 milhões de nordestinos que vivem no semiárido. Só que, por enquanto, o projeto orçado em mais de R$ 6,5 bilhões, tem sido causa de transtornos para 200 famílias de seis comunidades rurais de Custódia.

O trecho do lote 11 das obras bloqueou a estrada de mais de 200 anos que servia de acesso para a cidade. Segundo os moradores, a promessa inicial era de que aqui seria feito um túnel para não comprometer a passagem de veículos e animais.

Um paredão, do tamanho de um prédio de três andares, base para a colocação das placas de concreto do canal, foi terminado, mas o túnel não foi incluído no projeto. Agora, criadores e agricultores precisam pegar um longo desvio.

Anteriormente, o percurso até Custódia era de 30 km. Com as atuais condições, os habitantes são forçados a percorrer o dobro da distância.

Os moradores das comunidades encaminharam denúncia ao Ministério Público Federal e ao Ministério da Integração Nacional. De acordo com eles, o problema pode piorar com o início do período chuvoso. É que com a cheia do Rio Moxotó, ficariam sem saída, já que até o desvio, também seria comprometido.

Os moradores se reuniram para discutir a situação. Estão sendo prejudicados estudantes, agricultores que fazem o transporte da produção para a cidade, além dos criadores que precisam levar o gado das áreas de pastagem para os currais.

As famílias também temem que as obras da transnordestina  acabem avançando para a estrada, reduzindo ainda mais o espaço para trafegarem pelas comunidades. Eles reivindicam uma oportunidade de dialogar.

Sobre o problema,  hoje, representantes do Ministério da Integração Nacional visitaram as áreas mostradas na reportagem e prometeram fazer um levantamento da situação. Até março, devem apresentar uma solução para os moradores.

por Franklin Portugal


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Custódia - A hora do Sertão (TV Globo Nordeste)


Reportagem nº 01
Exibida dia 14 de fevereiro no NETV 
2ª Edição mostrando que obras como a Transnordestina e a Transposição do Rio São Francisco mudaram a realidade da região. 


A reportagem começa em Salgueiro, exatamente no ponto onde as duas obras se cruzam. A construção dos canais que vão levar água do rio São Francisco a quase 400 municípios do nordeste teve início há três anos e meio. Já a estrada de ferro da Transnordestina começou a mudar a região muito antes de ficar pronta. As mudanças começaram há um ano, quando a construtora se instalou no local. “O crescimento, esse aquecimento da economia da nossa cidade chama-se prosperidade”, comemora Socorro Borba, dona de um hotel em Salgueiro.

Nas cidades vizinhas, o efeito é o mesmo. “Com certeza é um oásis aqui no Sertão. Essa chegada da transposição e a Transnordestina trouxe um grande avanço para Serra Talhada e região”, lembra o microempresário Elias Félix.

“Tenho boas chances de crescer, sim, até porque desde o dia em que eu cheguei aqui as chances foram aparecendo, as oportunidades foram aparecendo e em meio a tudo isso, no meio dessa multidão, com certeza tenho muitas chances de crescer. É só saber aproveitar a chance”, diz o carpinteiro Thiago Bruno Costa

Os canteiros de obras se multiplicam. Só a Transnordestina já tem 25 espalhados na caatinga. É deles que vai surgir o caminho da exportação do minério de ferro, do gesso e de outros produtos da região, como os agrícolas.

Em dois anos e meio, se não houver imprevisto, todos os trilhos estarão enfileirados. Isso rasgando todo o Sertão. A ferrovia deve se estender por 1.728 quilômetros unindo a caatinga ao mar. A Transnordestina vai ligar a cidade de Eliseu Martins, no Piauí, a dois portos: o de Pecém, no Ceará, e o de Suape, em Pernambuco. 

O trabalho avança, não somente no caminho onde vão passar os trens, mas também na fábrica de dormentes, em Salgueiro. Ela abastece a obra com a produção de 4,8 mil dormentes por dia. Já os trilhos, vêm da China.

As construções no Sertão são importantes para o Governo, diz o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, e dá uma garantia disso. “A palavra da presidente Dilma. Ela pediu para eu vir aqui para poder assegurar prioridade absoluta, total, ao cronograma de execução das obras da transposição e da Transnordestina”, explica.

TRANSPOSIÇÃO
A transposição do rio São Francisco também tem data para inauguração dos dois canais. O chamado Eixo Leste vai captar água na barragem de Itaparica, no município pernambucano de Floresta, e percorrer 220 quilômetros até o rio Paraíba, deixando pelo caminho água em várias localidades. O Eixo Norte vai fazer a captação perto da cidade de Cabrobó, em Pernambuco. E ao longo de 426 quilômetros vai levar água ao Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba.

“O Eixo Leste vai ficar pronto no final de 2012 e o Eixo Norte vai ficar pronto no final de 2013”, afirma Fernando Bezerra Coelho.

Para o trabalho, as construtoras precisaram contratar quase 20 mil pessoas até agora. E isso mudou radicalmente o mercado de trabalho da região. “A grande dificuldade nossa aqui hoje é ter pessoas qualificadas tanto pra trabalhar com caminhões e máquinas. Como é uma região carente em vários aspectos, pela quantidade de máquinas que a gente trouxe para região, é um dos nossos desafios hoje, que a gente está com um programa de treinamento intensivo pra suprir essa necessidade”, diz o engenheiro mecânico Jacob Rachid.

O trabalho é dia e noite. Cássia Aparecida Figueirede conseguiu vaga no turno que vai até de madrugada como ajudante de apontador. Ficou oito meses desempregada depois que a lanchonete que tinha faliu. “Aqui eu estou prosperando, estou ganhando melhor, estou podendo suprir todas as necessidades. Aqui eu estou podendo ter a chance, como agora eu estou treinando para ser apontadora.”

Cássia convive com muita gente mesmo de Salgueiro, e também com muitos colegas que a empresa trouxe de fora. Entre eles, Alan Costa Queiroz, que veio de Salvador. Para rabalhar como técnico de eletricidade. “Por motivo de crescimento, conhecimento na área profissional, já trabalhava em empresa, exercia outra função, então eu vim para minha área de técnica em elétrica.”

Em Custódia, por onde também passam as obras, o progresso chegou de forma veloz. E mão de obra é difícil de encontrar. Aquele tempo em que o sertanejo precisava arrancar da terra milho e feijão, quando chovesse, não se parece em nada com o que se vive hoje. No restaurante, há dificuldade para contratar garçons.

“Na realidade, houve uma evasão muito grande em termos de empregos locais por conta do advento da transposição e da Transordestina, nós tivemos dificuldades. Custódia já merece ter uma faculdade para otimizar a mão de obra, para facilitar o acesso das pessoas que querem ter uma graduação, porque hoje o que acontece é que as pessoas vão para Serra Talhada, para Arcoverde. Então está na hora de Custódia cuidar da formação das pessoas aqui”, revela a administradora do restaurante Fátima Melo.

A enorme ampliação de vagas de trabalho gerou um movimento inverso ao de décadas passadas. Na mesma estrada que leva para o Sudeste, a diferença é que agora não é mais o nordestino que sai daqui para lá. É gente de fora que vem na direção oposta. O que esse pessoal vem fazer aqui? O mesmo que os nordestinos faziam lá fora. Vem buscar oportunidades.

A engenheira Samira Polastre é um exemplo. Ela veio de São Paulo ao aceitar o convite para trabalhar no Sertão do nordeste e não se arrependeu. “No começo eu fiquei um pouco assustada porque não sabia o que eu ia encontrar por aqui, mas assim que eu cheguei tive uma surpresa muito positiva. Eu me sinto bem. As pessoas aqui são muito receptivas, é uma das coisas que eu mais gostei na região, é a hospitalidade do povo. Então não tem motivo para querer ir embora.”

Na terça-feira, a série mostra como foi a chegada dos forasteiros na construção de um Sertão melhor.

Reportagem nº 02 - Exibida no dia 15 de Fevereiro.

Oportunidades geradas pela Transnordestina e pela transposição do rio São Francisco atrai gente de todos os pontos do Brasil 

Jailton é eletricista e morava em Alagoas. Genildo é motorista de veículo pesado e veio da Paraíba. Afrânio trabalha como auxiliar técnico de elétrica e saiu da cidade de Major Isidoro, em Alagoas. Maurício deixou Itumbiara, em Goiás, para trabalhar como eletricista. Marco Aurélio da Silva é armador e deixou para trás o Rio Grande do Norte.

Todos eles deixaram para trás a cidade natal e a família para trabalhar no Sertão. Um Sertão que deu certo, como mostra a segunda reportagem da série do NETV 2ª Edição. Esses ‘forasteiros’ são parte do batalhão de quase 20 mil pessoas que trabalha na construção da ferrovia Transnordestina e nos canais da transposição do rio São Francisco.

Muitos vieram de perto, mas também há gente que viajou muito mais para arranjar um cantinho neste novo Sertão. Como foi o caso do gaúcho Marco Furini, coordenador de programas ambientais. Profissional experiente, há seis meses ele divide com mais cinco colegas uma república em Salgueiro. Vai para casa uma vez por mês e fez a escolha por motivos claros.

“Oportunidade de trabalho, oportunidade de agregar mais ao currículo da gente, ferrovia, uma das mais importantes hoje no País sendo construída e o conjunto disso faz a gente vir participar de um momento muito importante aqui no Nordeste”, conta o gaúcho.

Antônio Carlos Lepiane, paulistano, chegou há um ano e dois meses para trabalhar como gerente de equipamento. “Eu tinha uma imagem pouco pior do que seria trabalhar no Sertão. Recife é uma capital, tem todos os recursos. Eu trabalhei lá também no ano passado, não foi uma surpresa, mas aqui no Sertão o que está mostrando é um pouco, eu acho, o retorno das pessoas que um dia saíram daqui e que hoje estão voltando. Isso está sendo uma surpresa agradável pra nós.”

Josefa Araújo Silva é uma das pessoas que voltaram. Foi tentar a vida em São Paulo. Voltou para Verdejante, onde nasceu, quando o Sertão começou a ser transformado. Nunca foi garçonete, mas fez um curso do Sebrae e agarrou a vaga com vontade. “Agente se acostuma né, a trabalhar, ganhar o nosso dinheirinho, conquistar algumas coisas de certa forma material, né? E acho que traz medo para qualquer pessoa ficar sem isso. Já comprei até uma moto.”

E é nesta moto que, todo dia, depois do expediente, Josefa dá carona a uma amiga. Está feliz. Ela mora a 30 quilômetros de onde trabalha. Dorme em casa todo dia, mas a quantidade de gente que vem de longe obriga as construtoras a fazer manobras para conseguir abrigos.

“Hoje nós temos vários alojamento. Tem alojamento até dos executivos. Tem alojamento para mulheres, são muitas mulheres que trabalham aqui na Transnordestina que vieram de fora e foram preparadas, técnicas, engenheiras, operadoras”, destaca o diretor-presidente da Transnordestina, Tufi Daher Filho.

Entre as pessoas que trabalham na Transnordestina, há 3,6 mil em repúblicas, pousadas, hotéis e alojamentos. Em Salgueiro, vilas inteiras foram alugadas. “O começo foi muito complicado porque a cidade não tinha estrutura nenhuma, então a gente teve que arrumar muita casa, a gente alugou um hotel inteiro e transformou muito a região no sentido econômico’, recorda o gerente de infra-estrutura da construtora responsável pela obra, Alexandre Biselli.

Com o crescimento da procura, os preços dos alugueis foram parar nas alturas. “A casa que eu moro hoje em dia subiu 200% do valor. A casa custava R$ 150 e hoje está R$ 350, quase 200% de reajuste”, conta o técnico de elétrica, Alan Costa Queiroz.

Alojamentos foram levantados. E só nas obras da Transnordestina são 27, abrigando quase 1,7 mil pessoas. Os contêineres, que podem ser levados para onde a obra migrar, têm sido uma solução. Os operários só vão para casa a cada quatro meses. 

E para aproveitar os momentos de folga, foi criada até uma área de convivência. O local fica junto dos dormitórios e as atividades semanais são diversificadas. “Toda segunda-feira a gente antecipa a programação, onde a gente tem sessão de cinema, a gente tem missa, tem culto evangélico. A gente procura sempre intercalar missa numa semana e culto evangélico na outra. Temos apresentações culturais, tentando valorizar os artistas da região”, diz o assistente social Rodrigo Guimarães de Lucena.

Tem até uma banca: Beijo Love – Despertando Emoções. Os músicos são parentes do pedreiro José João. Ele é o autor das músicas. “Eu estou trabalhando aqui, certo que eu estou focando o meu trabalho, mas de repente surge uma melodia, uma letra. Quando eu estou sem o celular eu já peço de um amigo e gravo... depois eu pego e faço a música.”

E enquanto constrói o futuro de muitos sertanejos, João josé sonha em fazer sucesso com o grupo. Ser conhecido nas rádios sertanejas. No alojamento, já tem público cativo.

Nesta quarta-feira, a série mostra uma gente que descobriu que podia ganhar dinheiro no Sertão sem ter necessariamente que trabalhar nas obras.

Reportagem nº 03 - Exibida no dia 16 de Fevereiro.

Restaurantes cheios, hotéis e pousadas lotados e a procura por imóveis cresceu; esse é o novo retrato da região.

Hotéis lotados, restaurantes cheios e uma procura desenfreada por imóveis. Esse é o novo retrato da região sertaneja de Pernambuco que você vai ver na terceira reportagem da série sobre o Sertão que está dando certo, exibida pelo NETV 2ª Edição.

Em Custódia, de repente, os terrenos estão sendo cercados, medidos, divididos. A cidade agora está cheia de loteamentos - e num município que nem corretor de imóveis tem. Na falta de um, Eli Pinto Barbalho (foto 2), dono da farmácia, se aventurou a cuidar do assunto. Fez muitos arranjos para abrigar os trabalhadores que chegavam de fora e precisavam de um teto e agradou o morador da cidade que precisava reforçar o rendimento.

“Existiam casos em que a mãe foi morar com o filho, com os filhos ou então os filhos foram morar com a mãe, o casal, para formar essa renda, tudo para ficar com a casa liberada para alugar. Outros foram morar no sítio para arrumar uma renda, aconteceram vários casos de pessoas que botaram casa para alugar na cidade”, conta o corretor novato.

Em Serra Talhada, o mercado de imóveis também está aquecido. Na cidade, além das obras da transposição do rio São Francisco e da ferrovia Transnordestina, a chegada do campus da Universidade Federal Rural de Pernambuco (foto 3) também fez crescer a procurar por casas. Para acomodar os novos tempos, a cidade cresce para cima e vai fazendo amizade com o elevador. Os prédios estão surgindo, porque o mercado exige apartamentos, muitos apartamentos.

Elias Félix (foto 4), comerciante, não perdeu tempo. Construiu pequenos edifícios, com apartamentos de 50 metros quadrados - para quem mora só. Já tem o terreno onde vai começar a erguer o terceiro prédio. E elegeu como inquilinos preferenciais os professores da Rural. “Para alugar é facílimo; mas comprar terreno está bastante caro, superfaturado até. Está bastante onerado o preço”, diz ele.

Outra dificuldade: conseguir hospedagem em hotéis e pousadas. Em Custódia, por exemplo, está mesmo difícil e o único hotel da cidade que não fechou contrato com nenhuma construtora, que fica na BR-232, está lotado todos os dias. Para conseguir uma vaga, só fazendo reserva com uma semana de antecedência, e formalizada por e-mail. “Nossos clientes aqui são os engenheiros das obras, as prestadoras de serviço, os demais que prestam serviço e tudo termina em cima da obra”, explica o gerente do hotel, Gildeano João do Nascimento.

Também na beira da estrada, um outro hotel já se preocupou com a ampliação. Os 68 apartamentos estão alugados a uma construtora, num contrato de um ano. O dono tem também um restaurante, que fornece 800 refeições por dia aos operários. 

Para atender a demanda, o dono do hotel, José Pedro de Melo, contratou 30 funcionários. Ele vê ainda mais crescimento no horizonte. “Eu quero ampliar, fazer um restaurante climatizado, montar um mercado, uma conveniência boa aqui na rodovia. Mesmo quando sair, eu tenho certeza que vai ficar bom para gente ainda”, acredita ele.

Em Salgueiro, novas pousadas vão surgindo - e há espaço para todas no mercado. Socorro Borba (foto 5), dona de hotel há 12 anos, acaba de construir 25 apartamentos, inclusive suítes de luxo. Agora o estabelecimento dela tem 57 unidades e é raro o dia em que não está com 100% de ocupação.

“Já teve caso em que eu tive que levar o cliente para dormir na minha casa, ou então, quando eu não tinha como levar, ele dormia dentro do carro na frente do hotel, depois de eu entrar em contato com todos os hotéis, inclusive hotéis das cidades vizinhas, como Ouricuri e Serra Talhada”, relembra Socorro.

A disputa por vagas é tão grande que quase estraga a lua de mel de Thiago Bruno Costa. Depois que começou a trabalhar na Transnordestina, resolveu se casar. Sem folga para viajar, resolveu impressionar a amada com uma estadia num hotel bacana de Salgueiro. “Dois dias antes, eu fui lá para ver, deixar tudo certinho, aquela coisa para o casamento como a gente deseja. Só que quando eu cheguei lá não tinha mais vaga. Todos os hotéis da cidade em que eu fui, rodei, procurei, até mesmo pousada, e não tinha mais nenhuma vaga.”

Apesar de tudo, é bom esclarecer que Thiago teve uma lua de mel bacana, está casado e feliz. Está tão satisfeito quanto Edmilson Torres de Sá - novo dono de restaurante na região, que chegou a passar por um sufoco. “Foi demais, viu? Foi empréstimo que quase não acaba mais. Mas conseguimos pagar e hoje eu acho que nós não devemos quase nada a ninguém”, festeja.

Na reportagem desta quinta-feira, veja como o crescimento de restaurantes dá sabor ao desenvolvimento do Sertão. Lá, agora, tem de tudo: de marmita a comida japonesa.

Reportagem nº 04 - Exibida no dia 17 de Fevereiro.

Grandes obras têm atraído investidores, mas como ficará a situação dos hotéis e pousadas após a finalização dos empreendimentos?


A procura por imóveis está cada vez mais crescente no Sertão de Pernambuco. Nas principais cidades sertanejas, os hotéis e pousadas estão lotados e as grandes obras – como a Transnordestina e a transposição do São Francisco - têm atraído construtoras dispostas a investir no setor hoteleiro.

Tanta demanda por leitos vem causando uma preocupação nos investidores: como ficará a situação desses hotéis e pousadas depois que as grandes obras acabarem e a população que está acolhida no Sertão for embora?

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (Abih), José Otávio Meira Lins (foto), afirma que o setor está preparado para esse momento. “A iniciativa privada é supercriativa e temos ideias para depois que esses projetos forem implantados e começarem a operar”, diz.

De acordo com ele, cerca de 10 mil leitos serão construídos no Estado. Para as regiões onde ficam as obras da ferrovia Transnordestina e a transposição do Rio São Francisco, estão previstos mil leitos. 

“Esses mil leitos estarão concentrados, basicamente, em Sertânia, Salgueiro e Petrolina. Aparenta ser pouco, mas o próprio empresariado do Sertão tem capacidade para ampliar os leitos com mais facilidade, pelo fato dos códigos de obras serem menos rígidos e exigentes”, explica.

Faltam leitos, também, no Complexo Portuário de Suape, na Região Metropolitana. Muitos trabalhadores precisam vir ao Recife e Jaboatão para conseguir lugar para se abrigar. Segundo José Otávio, a ausência de vagas vai “do Cais ao Sertão”.

“Vamos abastecer e nos preparar para quando todas essas indústrias estiverem implantadas. Nós vamos atacar em duas vertentes. Primeiro, a formação da mão de obra e capacitação de pequenos gestores. E também o Olá Turista, que vai ensinar inglês e espanhol, focada principalmente na Copa do Mundo”, diz.

CARNAVAL
Segundo José Otávio Meira, a maior parte das vagas dos hotéis e pousadas já está ocupada para o período de Carnaval. “Não adianta sair procurando de hotel em hotel, porque você vai acabar ficando cansado. O ideal é procurar a Abih e ver o que ainda resta para o Carnaval. Mas é muito pouca coisa”, adianta.

Reportagem nº 05 - Exibida no dia 18 de Fevereiro.


Transnordestina e transposição do rio São Francisco elevaram vendas em concessionárias, postos de combustível e lojas de material de construção.

As transformações na economia do Sertão, provocadas pelas obras da ferrovia Transnordestina e da transposição do rio São Francisco, trouxeram ganhos indiretos ainda para o comércio. A última reportagem da série sobre o Sertão que deu certo mostra que setores de automóveis, motos, combustível e construção civil vivem seus melhores momentos.

Para se ter ideia, Custódia é uma cidade com 34 mil habitantes que deu uma guinada da noite para o dia. Foi tanta gente chegando para trabalhar que o comércio, como se diz, bombou. “A gente contratou mais funcionários. Com o movimento crescendo, aí tive que dobrar o quadro de funcionários. As vendas dobraram também, não só na minha loja, mas na cidade inteira”, explica o comerciante Ivanildo Cordeiro.

Nos últimos três anos, 117 empresas foram abertas na cidade. E apenas nove fecharam, de acordo com números da Câmara de Dirigentes Lojistas. Crescimento e diversificação. 

A cidade tinha uma única academia de ginástica funcionando. E Jorge Luís, dono de uma academia no Recife, procurava um lugar para abrir uma filial. Ele lembrou que antes o dinheiro não circulava muito por aqui. Mas agora, viu que o negócio daria certo na cidade. “Prefeitura, aposentado e pensionista. Com essas imigrações que houve a renda per capita da cidade aumentou assustadoramente. Eu coloquei esta academia em Custódia por conta dessa situação”, revela.

Hoje, o local já tem 250 alunos. Mais da metade gente de fora que vive aqui enquanto as obras estão em andamento. Essa gente também consome roupas, remédios e dirige.

Em muitas cidades não circulam tantos veículos quanto nos canteiros de obras. Só a construção da transnordestina trouxe para o Sertão mais de 500 carros. Quando a soma inclui também os caminhões e as máquinas pesadas, ela passa de 2 mil. Conseguir combustível para toda essa frota não foi fácil.

O dono de um posto na cidade de Salgueiro viu o consumo aumentar logo 30%. Ele se animou e investiu. Agora tem três unidades. Um deles em reforma para ficar adequado ao novo mercado.

Em Serra Talhada, Paulo Siqueira trabalha com a família na administração do posto. Ele nem estava preparado para isso. “O fluxo de veículo aumentou para o comércio em geral e o posto de gasolina, não. Aí surpreendeu. Surpresa muito boa. Melhor do que isso não há.”

Quem consome todo esse combustível são as construtoras, claro, mas também os novos proprietários de automóvel. Como o funcionário público Michael Anderson Alex. Ele tem uma moto e agora está comprando um carro. Mesmo com a nova compra, ele ainda não sabe se vai vender a moto. “Vamos olhar as condições junto com o vendedor aqui e analisar direitinho. Possivelmente devo ficar com os dois”, diz.

Clientes como Alex têm feito a alegria de Antônio Carlos Souza, dono de duas concessionárias. E pronto para inaugurar mais uma. Ele diz que vende muita caminhonete, que é um veículo considerado caro, e para tudo que é município. “O ano de 2010 foi muito bom. 2011 vai ser melhor. Está prometendo. Pernambuco está num crescimento grande, especialmente essa região do Sertão. Arcoverde e toda a área operacional, aqui até em Ouricuri, onde eu vendo carro nessa região e o crescimento está muito grande.”

O presidente da Transnordestina, Tufi Daher Filho, lembra ainda que as lojas de material de construção também estão crescendo. “É uma guerra por cimento. Nós hoje temos um consumo diário de aproximadamente 60 mil sacos de cimento por dia na obra. São números absurdos que nós temos que nos adequar.”

Melhor pra quem apostou no setor. E a prosperidade não se revela apenas no comércio e na prestação de serviços. As melhorias vieram até para a matriz de São José, em Custódia. Durante a missa agora os fiéis sentam em bancos novinhos em folha. São 90 que vieram de São Paulo. A compra foi feita pela internet, com o dinheiro dos dízimos e das ofertas. Os fiéis recém-chegados e a nova situação financeira dos antigos tem feito a diferença.

Mais dinheiro recolhido, mais investimentos, revela a secretária da paróquia, Maria Joana da Silva. “Não só para igreja, mas também para o comércio inteiro, inclusive a calçada, que passou por reforma. Primeiro vieram os bancos, em seguida a calçada. A transposição contribuiu muito para essa reforma também.”

O Sertão segue em obras e vai continuar por um tempo. A conclusão tanto da transposição quanto da ferrovia Transnordetina está prevista para 2013. O trabalho e as experiências vividas nessa terra ao longo desse tempo deixarão marcas nas cidades e nas pessoas.

“É muito gratificante porque a gente vê que isso já trouxe algum desenvolvimento só que tem muito mais por vir. A gente vê que tem inúmeras oportunidades aqui na região e muita gente boa para trabalhar aqui. Eu acho que vai dar um orgulho danado porque o que você vai trazer de coisa boa para o povo do Sertão não dá para estimar, porque não é só a obra que vai trazer emprego, que vai trazer melhoria. São os entornos. Você melhora hotel, você melhora a saúde, melhora a condição de vida, a qualidade de vida. Acho que no futuro, quando eu olhar para traz vai dar um orgulho mesmo”, afirma a engenheira Samira Polastre.


sexta-feira, 13 de maio de 2011

O Cristo da Paixão em Custódia 2011 - [Youtube]


Seleção de fotos da peça O CRISTO DA PAIXÃO, realizada em Custódia durante os dias 23 e 24 de abril, na praça Padre Leão.

Fotos:
Cristiane Nunes - (Studio Fotos Digital)
(87) 9604-3484

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Videos da peça: O Cristo da Paixão



A RESSURREIÇÃO, cena final da peça O CRISTO DA PAIXÃO, realizada ontem na quadra do Colégio Municipal Ernesto Queiroz.




Cena de quando Jesus Cristo chega a PONCIO PILATOS (Pedro Alcantara). Palco no prédio em cima da agência da Caixa Econômica.





O primeiro andar da Câmara Municipal de Vereadores de Custódia foi cenário para o BACANAL DE HERODES.




O teto da Câmara de Vereadores foi uma extensão do Bacanal de Herodes, nele o Satanás dançou ao som da batidas tribais e dos balões de fogo.



Momento da Crucificação de Jesus Cristo e os dois ladrões, palco na quadra do Colégio Municipal Ernesto Queiroz.

Videos: Paulo Peterson

domingo, 24 de abril de 2011

Entrevista: Thyago Mendonça e Humberto Guerra



Entrevista feita pelo locutor Clemildo Lima com Thyago Mendonça, ator que veio representar JESUS CRISTO na peça O CRISTO DA PAIXAO.  




Entrevista com o ator Humberto Guerra, responsável pela peça O CRISTO DA PAIXÃO. Na conversa o ator/diretor fala de seu retorno à Custódia, e a transformação que vem fazendo na cultura local.

Clemildo Lima Publicidade:  (87) 9926-2688

sexta-feira, 22 de abril de 2011

O Cristo da Paixão no Video Show da TV Globo



Agenda cultural do programa VIDEO SHOW da TV Globo, exibido dia 22 de abril de 2011, com destaque para a peça O CRISTO DA PAIXÃO em Custódia nos dias 23 e 24 de abril na Praça Padre Leão.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O Cristo da Paixão na TV ASA BRANCA




Por PE 360°

É nessa época de Páscoa que muitas pessoas deixam de lado o trabalho e viram figurantes e atores para encenar o espetáculo da Paixão de Cristo. Em Custódia, no Sertão, os moradores estão animados e preparam a apresentação.

O espetáculo conta com 100 participantes. A maioria deles nunca fez teatro na vida.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Canal de videos do Youtube


Todos os videos postado no Youtube do blog, estão disponíveis no Canal do Youtube do Blog Custódia Terra Querida.


quarta-feira, 16 de março de 2011

Ator global participa de paixão de cristo em Custódia


Ator global Thyago Mendonça estará no Sertão de Pernambuco para participar da encenação da Paixão de Cristo de Custódia, nos dias 23 e 24 de abril, durante a Semana Santa.


Ele vai interpretar o papel mais importante no espetáculo: Jesus Cristo, missão que ele pretende desempenhar com maestria. O evento contará com a presença da imprensa local e regional. Logo após a realização do evento, Thyago Mendonça visitará a cidade de Afogados da Ingazeira.

No cinema, Thyago Mendonça foi o Luciano no filme 2 Filhos de Francisco. A peça será dirigida pelo ator Humberto Guerra, filho de Custódia, que interpretou o personagem Feliz, capanga de Juvenal Antena da novela global Duas Caras.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Terceira reportagem sobre A Hora e a vez do Sertão


Terceira reportagem da série mostra como os investimentos têm se refletido nos setores de comércio e serviços. Entrevistas com o empresário Eli Pinto Barbalho, Gildeano João do Nascimento gerente do hotel Macambira e José Pedro de Melo do hotel San Marino.

Clique aqui  para assistir


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Netinho de Custódia em homenagem a Dominguinhos


Músicos se reuniram para assistir ao programa especial exibido pela Globo Nordeste.

Clique aqui para assistir.



Custódia em série de reportagem sobre Transnordestina e Transposição


O NETV 2ª Edição da Rede Globo de Recife, iniciou série de reportagens mostrando que obras como a Transnordestina e a transposição do rio São Francisco mudaram a realidade do sertão do estado.

Clique aqui para assistir




sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Custódia-PE no Globo Repórter


Nesta sexta-feira (11), o Globo Repórter vai mostrar o novo mapa da prosperidade no brasil. vamos até as cidades onde sobram empregos com carteira assinada e vamos revelar o muda na vida dos trabalhadores que encontram uma oportunidade.

Conheça uma cidade onde faltam três mil pedreiros. No extremo sul do país, eles ganham até R$ 2 mil por mês. Veja como o crescimento abre milhares de vagas para todas as profissões. Uma gaúcha que morava em um barraco de lata já conseguiu casa própria e plano de saúde. Os brasileiros que adotaram novas moedas compram mais e gastam menos. Eles abrem pequenos negócios e saem do aperto.


Pela primeira vez, nordestinos fazem o caminho de volta para casa. Estão deixando São Paulo para trabalhar nas obras da terra onde nasceram. Até a igreja registrou aumento nos dízimos e doações dos fiéis. Em uma das regiões que já esteve entre as mais pobres do Rio de Janeiro, encontramos um celeiro de empregos: 25 mil novos contratos.


Descubra como o progresso cria chances e melhora a renda de todos. Vamos mostrar também como se preparar para garantir uma vaga. 

 
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