Mostrando postagens com marcador Escola General Joaquim Inácio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escola General Joaquim Inácio. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de março de 2012

“Feira de Troca de Experiências”, em Salgueiro (PE)



Salgueiro (PE) - “Acredito que não será uma plantação de uma única safra, mas sim uma plantação de safra contínua”, declarou a professora Rosimeire Silva da Escola Estadual José Leite de Souza, do município de Monteiro (PB). Ela participou da “Feira de Troca de Experiências”, em Salgueiro (PE). Para a professora, o Subprograma de Educação Ambiental nas Escolas do Projeto de Integração do Rio São Francisco representa um avanço na preservação do meio ambiente.

Vindos de vários municípios da área de influência do Projeto de Integração do Rio São Francisco, professores e estudantes aprovaram o espaço propiciado pelo Ministério da Integração Nacional. Professora de Língua Portuguesa, Rosimeire ressalta que hoje, os jovens estão críticos e bem mais sensibilizados com o meio ambiente. “O que foi repassado pela Educação Ambiental do Projeto atingiu principalmente os alunos”, concluiu a professora.

O evento, promovido pelo Ministério da Integração Nacional, é idealizado pelo Programa de Educação Ambiental no âmbito do Projeto de Integração do Rio São Francisco. O objetivo é promover a troca de ideias e vivências pedagógicas entre as comunidades escolares, bem como avaliar os resultados alcançados pelo “Subprograma de Educação Ambiental nas Escolas” por meio da exposição dos trabalhos de mais de 600 profissionais de educação.



O professor Francisco de Assis Bezerra, da Escola Estadual General Joaquim Inácio, do município de Custódia (PE), afirma que o trabalho da equipe ambiental do Projeto foi responsável também pela mudança de comportamento da comunidade. “As pessoas estão mais conscientes com o uso da água”. Segundo o professor, a realização da “Feira de Troca de Experiências” fecha com “chave de ouro”, o trabalho realizado pelo Ministério da Integração.

“É possibilidade de criar um sentimento de meio ambiente nos espaços onde os alunos estão inseridos”, destaca o professor José Martonny, da Escola Municipal Darival Teles Cartaxo, de Mauriti (CE), no trabalho desenvolvido pelo Subprograma de Educação Ambiental nas Escolas. “O nosso primeiro passo foi iniciar uma limpeza nossa escola”, ressalta o professor.

Educação Ambiental - O Subprograma de Educação Ambiental nas Escolas, parte integrante dos 38 Programas Ambientais do Projeto São Francisco tem o objetivo de capacitar professores e coordenadores pedagógicos para a prática da educação ambiental no ensino formal. Como resultado, o Projeto São Francisco capacitou mais de mil profissionais nos municípios de Cabrobó, Custódia, Floresta, Salgueiro, Sertânia, Betânia, Terra Nova e Verdejante, em Pernambuco; Cajazeiras, Monte Horebe, Monteiro e São José de Piranhas, na Paraíba e Brejo Santo, Barro, Mauriti, Jati e Penaforte, no Ceará. Ao todo, serão investidos quase R$ 1 bilhão em ações socioambientais.

Fonte: Ministério da Integração Nacional

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

4ª Série da Escola General Joaquim Inácio


Meu nome é Alexsandra Rodrigues Valeriano, sou natural de Custódia "terra querida" da qual tenho muitas recordações boas onde vivi boa parte da minha infância. Entrei no blog e fiquei feliz e saudosa ao ver a foto da minha turma de inglês de 1974. Estou enviando uma outra foto... acho que era da 4ª série da Escola Estadual General Joaquim Inácio cuja professora era D. Conceição Duarte, acredito que em 1974 ou 1975. 

Há muito tempo enumerei todos que estão na foto para que com o tempo, quando viesse o esquecimento, eu tivesse uma ferramenta para me ajudar a lembrar. 

Vou colocar todos os nomes de acordo com a numeração.


1-Cristomerys  2-Zé Venâncio 3-Bernadete 4- Mônica 5-Luiz Cláudio 
6-Yuri 7-Rogéria Marília 8-Rosa Cleide 9-Rogéria Maria 10-Fernando Honório
11-Maria José 12-Alexsandra 13-Elizabeth 14- D. Conceição 15-Maria Aparecida  
16-Marinalva  17-Terezinha 18-Miriam 19-Tatiana 20-Flávio
21-Valdemir 
22-Mércia  23-Fernando 24-Ednaí  25-Albaniza

Atenciosamente,
Alexsandra Valeriano.



segunda-feira, 13 de junho de 2011

Grupo Teatral Astecas




Nos anos setenta, a vizinha cidade de Sertânia foi exemplo no esporte e na cultura. Os seus fabulosos jogadores de handebol foram à alma da seleção estadual e a cada ano o número elevado de alunos que ingressavam nas universidades recifenses não era novidade pra ninguém. No teatro não foi diferente, todo mundo sabia do Grupo Teatral Disparada.


Em 1974, a nata dos estudantes custodienses apresenta uma peça teatral composta a partir de um folheto de cordel, onde a convite de Fernando José interpretei um personagem de poucas falas. O Grupo Teatral Os Gândavos foi de suma importância a tantos jovens que viram na dramaturgia uma forma de se aculturar e proporcionar entretenimento a uma sociedade muito fechada e de poucas oportunidades.

Além de consideráveis montagens, o grupo mantinha-se sintonizado com o Serviço Nacional de Teatro, recebendo orientações, revistas e apoio técnico, estimulante aos grupos que se formaram posteriormente. Com o passar dos anos houve o esvaziamento natural de estudantes que migraram às grandes universidades do país. 

Em 1976, juntamente com Ione Miro, Nalva Aleixo, Gisoleide Ferreira, Maria de Fátima, Carlos Nunes e Edilene Feitosa foi criado o Grupo Teatral Astecas. Meses depois, no dia 8 de setembro de 1976 estreamos com a peça ¨A Pobreza Envergonhada”, no Colégio Municipal Padre Leão, de onde todos éramos alunos.

A curta trajetória deste grupo foi marcada pela montagem da peça infantil de Maria Clara Machado, “Pluft o Fantasminha”. A esta altura alguns novos membros foram incorporados e já tínhamos um aparato técnico compatível evitando as gafes iniciais. A apresentação foi feita com sucesso no Colégio Municipal Padre Leão, e em seguida, no dia 21 de abril de 1977, fizemos apresentação para os alunos do Colégio General Joaquim Inácio. Na platéia havia um casal muito especial. Os caruaruenses Paulo Andrade e sua esposa Célia Regina me procuraram no dia seguinte se dizendo satisfeitos com o nosso desempenho. Estava nascendo ali um novo grupo teatral. Aliás, o ressurgimento do Grupo Teatral Os Gândavos. Mas aí é uma outra história.

Por Carlos Lopes
Foto: Peça Morre Um Gato na China

 
Design by Wordpress Theme | Bloggerized by Free Blogger Templates | coupon codes