Mostrando postagens com marcador Artigos Luciene Pinto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artigos Luciene Pinto. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de março de 2012

Bloco Várzea na Folia


Há seis anos a família Pinto Simões teve a ideia de formar o BLOCO VÁRZEA NA FOLIA com o objetivo de resgatar o carnaval de Custódia. Mas, sempre nos deparávamos com uma série de dificuldades, por exemplo: orquestra, carro de som e outras coisas mais. Porém, esse ano surgiu à oportunidade e não deixamos escapar... Foi tudo muito improvisado, muito rápido, mas valeu a intenção.

Caros conterrâneos parem um pouquinho e reflitam... O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo; e modéstia parte nós temos potencial para tornar o carnaval de Custódia um sucesso. Porque garra, fé em Deus e vontade política não têm faltado. 

Nossos agradecimentos a Prefeitura de Custódia e aos amigos Hindemberg e Adriano pelo apoio.

Link: http://educandoparacidadania.blogspot.com.br/

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Concurso de Redação da Escola Luiz Epaminondas Filho

ABERTURA DO CONCURSO DE REDAÇÃO 
 ESCOLA LUIZ EPAMINONDAS FILHO

2º LUGAR NO CONCURSO DE REDAÇÃO
Valor do prêmio R$ 250,00

1º LUGAR NO CONCURSO DE REDAÇÃO
Valor do Prêmio R$ 500,00

APRESENTAÇÃO DO CORAL APRENDA CANTANDO

Para que uma planta cresça é indispensável preparar a raiz para que ela floresça e dê bons frutos. Assim, nós professores devemos assumir a missão de estimular a prática da leitura e dessa forma fortalecer as habilidades básicas de leitura e escrita. Pois, ler é uma ferramenta fundamental na formação da criança. 

Nossa gratidão aos parceiros do projeto (Prefeitura de Custódia, Secretaria Municipal de Educação, Vereadores e Comerciantes), pelo apoio dado ao longo desse ano. O nosso muito obrigado aos vereadores: Neguinho, Nidinho, Severino, Iolanda e Paulino. Um agradecimento todo especial ao Presidente da Câmara Ariosvaldo, pela atenção e boa vontade política em prol da educação do município de Custódia/PE. 

Um Abraço, 

Professora Luciene Pinto Simões Izidro

sábado, 15 de outubro de 2011

Acróstico - Homenagem ao Professor





ACRÓSTICO

Profissão árdua, difícil, porém necessária.
Repensar nosso papel e atitude é fundamental.
O compromisso com a educação que almejamos deve ser primordial.
Formar águias ao invés de galinhas.
Educar sem descuidar da missão.
Sempre preservando o seu nome.
Ser solidário no trabalho cotidiano e na luta por salário digno.
Omisso? Não combina com a função.
Reconhecimento? Uma conquista vindoura, quem sabe?

Parabéns e Feliz dia do professor!
Um grande abraço,
Luciene Pinto.

Custódia, 15/10/2011.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Hino da Escola LEF e Homenagem à Custódia


Hino da Escola Luiz Epaminondas Filho e homenagem foi feita pela Escola Luiz Epaminondas Filho, no bairro da Pindoba aos 83 anos de emancipação política de Custódia - PE.

Solicitação de Homenagem: Luciara Frazão de Lima
Cordel : Professora Luciene Pinto

Hino: Linalva Pinto
Edição: José Lypson
Revisão: Dr. João Paulo Simões de Almeida
Organização: Equipe Gestora  e professores do LEF.
Fotos: Paulo Peterson,Direção do LEF e Blog Custódia


segunda-feira, 6 de junho de 2011

Ensinar é preciso e vale a pena sim



Fiquei bastante chocada e muito preocupada com uma matéria que li numa determinada revista, cujo título era: PARA QUE ENSINAR SE PROFESSOR NÃO VALE NADA? Sou solidária ao colega (autor da matéria) pela iniciativa e coragem de expor sua insatisfação, angústia, frustração e indignação com o sistema escolar de ensino. E ao mesmo tempo venho protestar dizendo que: ENSINAR É PRECISO E VALE A PENA SIM. Então, o que seria dos médicos, engenheiros, advogados e juízes, sem o professor? Você já parou para pensar o que significa alfabetizar? É sublime, ensinar a ler e escrever. É como se você tivesse proporcionando luz aos olhos do cego. Por tudo isso e muitas coisas mais devemos ter orgulho da nossa profissão.

Já dizia Paulo Freire: “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.” O colega relatou muito bem o que de fato acontece cotidianamente nas escolas brasileiras. Porém, durante toda minha trajetória na educação, tenho ouvido apenas muitas lamentações e criticas ao sistema educacional, mas, ação que é bom, nada. É preciso entender que o sistema somos todos nós e começarmos a nos questionar: será que estou fazendo a minha parte? E a partir daí fazermos o possível para realizar o que podemos. Muitas vezes somos omissos e coniventes com tudo que acontece no dia-a-dia escolar.

Vou citar quatro exemplos que sempre considerei um obstáculo para a aprendizagem:

1- O quantitativo exorbitante de alunos em sala de aula,
2- A aceitação pacífica de uma disciplina que não tem nada a ver com sua área específica,
3- Classes multisseriadas,
4- Professores sem vocação.

Por estas e outras razões a escola vem se transformando numa fábrica de produtos desqualificados. Para que tenhamos um mundo mais justo e solidário precisamos cuidar da educação. Traçando um caminho mais seguro, coerente, melhor e mais consciente, para que as gerações futuras possam construir suas trajetórias de vida com competência e de forma prazerosa, em benefício de uma sociedade mais equilibrada e de gente mais humana, de sentimentos nobres.

Compomos uma gigantesca categoria, porém, desunida, desorganizada e descomprometida. Sou fundadora do Sindicato dos Servidores Municipais de Custódia/PE, e tenho observado que a única causa que consegue unir de fato os professores é a questão salarial, infelizmente. É lamentável dizer: vestimos sempre a camisa quando lutamos por melhores salários, por que não vestir a camisa para lutar também por uma educação de boa qualidade e, por conseguinte, a valorização profissional que tanto almejamos?

Enquanto o professor não entender que é um agente de transformação da sociedade, um formador de consciência e não souber fazer uso das ferramentas que ele dispõe, não chegaremos a lugar nenhum. Pois, enquanto uma minoria tenta fazer a diferença, a grande maioria age com indiferença. As ferramentas as quais me refiro são: a comunidade escolar e o poder da oratória. Você já imaginou nossa categoria organizada, com uma proposta unificada usando o poder da oratória no contato com o aluno, à família e os próprios colegas? Sem sombra de dúvidas a história seria diferente.

Contudo, muitos deixam de fazer a sua parte e usam desculpas esfarrapadas para se justificar. Sou testemunha ocular de alunos postos para fora da sala de aula, simplesmente por não trazerem o livro didático. Um outro dia onze alunos me procuraram para pedir ajuda, pois haviam sido expulsos da sala, apenas porque a professora chegou e não os encontrou na classe. Aí, eu pergunto: que tipo de incentivo esse professor está dando ao aluno? Faço minhas as palavras de Anízio Teixeira: “A democracia depende de se fazer do filho do homem – graças ao seu incomparável poder de aprendizagem não bicho ensinado, mas um homem”.

Precisamos entender que as mudanças não acontecem de cima para baixo, elas de fato acontecem de baixo para cima. Quero finalizar fazendo uma analogia do professor com a fábula dos dois sapinhos que viviam à beira de uma lagoa, e um dia, um dos sapinhos cansados daquela mesmice, disse ao outro: vamos conhecer o mar? E o outro retrucou: Deus me livre! Se a gente sair daqui pode se perder ou morrer no caminho. O sapinho decidido disse: pois fique aí que eu vou conhecer o mar. Passaram-se dias, meses e depois de um ano é que o sapinho voltou à lagoa e encontrou seu amiguinho lá, no mesmo cantinho que havia deixado. O amiguinho perguntou: você conheceu o mar? Sim, respondeu. Qual o tamanho dele? Do tamanho dessa lagoa? Não, muito maior. Duas lagoas dessa? Não, muito maior. Três, quatro, cinco, seis, mil vezes? Por fim o sapinho respondeu: meu amigo enquanto você estiver com essa mentalidade de lagoa, nunca vai saber o que é o mar.

Infelizmente, a grande maioria dos profissionais da educação continuam com essa mentalidade de lagoa, inertes, a espera de um milagre.

Um abraço,
Profª. Luciene Pinto

terça-feira, 10 de maio de 2011

Breve Histórico do SISMUC de Custódia




BREVE HISTÓRICO

Este documento é uma explanação sucinta do que vem a ser o Sindicato dos Servidores Municipais de Custódia – SISMUC.

É uma entidade civil de caráter sindical, sem fins lucrativos. Tem por finalidade congregar todos os servidores municipais, com o objetivo de defender seus interesses históricos e futuros. Está ligado ao Sindicato dos Professores do Estado de Pernambuco – SINPRO – PE.

Foi fundado em 1991 após um trabalho de conscientização de um pequeno grupo de professores que inconformados com os míseros salários e com a falta de bom senso das autoridades municipais, mobilizaram a categoria para reivindicar salários justos. Esse mesmo grupo de professores apoiado pelos companheiros Jesualdo Campos e Roberto Pereira, Diretores do SINPRO e representantes da CUT- PE, realizaram uma assembléia na Escola Maria Augusta e fundaram o Sindicato dos Professores.

Para compor a Direção Provisória Colegiada, foram eleitos os seguintes servidores: Luciene Pinto Simões (Secretária Geral), Maria Luciene Cordeiro, Maria Aparecida Alves da Silva, Maria Luciene da Silva, Natividade Constância de Souza, Alda Maria Veras, Antônia Pires de Freitas Góis (Tesoureira), Genedite de Queiroz Lima, Maria Antônia dos Santos Rezende, Rubinéia Pereira de Lima, Josedithe Bezerra da Silva, Maria Auxiliadora Pereira Virgínio, Josefa Bonome de Almeida, Quitéria Cristina Rodrigues Amaral, Maria Betânia de Oliveira e Maria Edileuza Barbalho de Matos.

O SISMUC não parou por aí. Cansados da passividade do poder local, os professores resolvem ir à luta, usando o único recurso que lhes restava: A GREVE. Uma grande maioria parou suas atividades, concentrando-se na Praça Padre Leão, próximo ao Departamento de Educação, dando início a primeira mobilização pública da categoria. Essa greve histórica durou quase trinta dias, levando o governo a abrir o canal de negociações com o novo Sindicato e os representantes do SINPRO.

A comissão provisória enfrentou uma série de dificuldades, mas, graças a força, a coragem e a união dessa classe de trabalhadores, conseguimos chegar a vitória, fortalecidos pela manifestação e pelo apoio dos companheiros Jesualdo e Roberto.

O salário mínimo que antes era um sonho impossível, passou a ser uma realidade. Após a vitória deu-se início as reuniões para a oficialização do SISMUC, registrada em cartório dia 11/01/1991.

Nesses altos e baixos dessa longa caminhada contamos também com o apoio do companheiro Venâncio Izidro de Oliveira (Diretor do SINPRO-PE) e ainda da companheira Leônia Pinto Simões que redigiu a primeira ata do sindicato supracitado.

Não poderia em linhas gerais, contar todos os pormenores dessa grande conquista, pois não haveria papel que coubesse. O que interessa realmente é a existência do sindicato em defesa do servidor. Os detalhes e as lembranças desagradáveis ficaram registrados para sempre em nossa memória.

Esta é uma homenagem a todos os funcionários públicos municipais, em especial a primeira direção colegiada, ao incansável dirigente sindical do sertão Jesualdo Campos,Venâncio Izidro e o saudoso Roberto Pereira que tanto contribuíram para a edificação deste sindicato.

Luciene Pinto.
Custódia, 24/10/2008.

 
Design by Wordpress Theme | Bloggerized by Free Blogger Templates | coupon codes